Criando um objeto interativo



O processo de criação de um objeto começou com uma dinâmica em que tínhamos que levar um objeto que nos representava e depois escolher mais dois objetos de outras pessoas e ressiginificá-los, abstraindo seus significados imediados. A partir disso teríamos que pensar um instrumento que reunisse toda a simbologia desses obejtos, e que fosse ao mesmo tempo, interativo e programático.

Imagem referente aos objetos supracitados e suas respectivas significações.



| Primeira ideia |


A ideia inicial, era criar um objeto que redefinisse o ambiente, explorando a ordem sensorial - em especial a visão e a audição - além de promover uma imersão nessa experiência, por isso dele ser todo fechado. Sua existencia implicaria na elaboração de um dispositivo eletrônico, como um aplicativo, que processasse os dados e informções acessados, criando uma experiência muito particular. Os sons, originários desse dispositivo contribuiriam para, em conjunto com os dados visuais, gerar, por contraste ou consonância, novos estímulos, reflexões e sensações relacionadas ao ambiente. A ideia foi abandonada após julgar ser complicado e complexo desenvolver todas as etapas até a concretização do objeto final.


| Nova ideia |  


Mantendo algumas características do objeto inicial, o novo veio simplificado, tomando como base a funcionalidade de um caleidoscópio e explorando as deformações e ângulos de uma imagem. Acredito que a interatividade do objeto ocorra mais na ordem do usuário com o objeto do que entre várias pessoas com ele, o que é de fato um ponto limitante. Contudo, desde o começo, a proposta foi de explorar as diversas conjunturas de uma imagem e da articulação de diversos fatores pelo usuário, colocando este como protagonista.

| O Objeto |








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